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Ágatha Angélica Wiggers

Ágatha é trans não binária e originalmente de Sinop-MT. Graduanda em Cinema e Audiovisual pela UNESPAR. É uma das organizadoras e curadoras do cineFAP. Pesquisadora, crítica e realizadora audiovisual. Colorada fanática pelo Sport Club Internacional.
  • https://www.instagram.com/sem__audio_nem_video/

  • O ÉPICO ESQUECIDO (E ETERNO) SEGUNDO CACÁ DIEGUES – QUILOMBO (1984)

    out 31, 2025
    Crítica
    Ágatha Angélica Wiggers

    O ÉPICO ESQUECIDO (E ETERNO) SEGUNDO CACÁ DIEGUES – QUILOMBO (1984)

    É óbvio o interesse de Carlos Diegues pela cultura negra e diaspórica, mas em Quilombo (1984) o diretor trabalha o filme a partir de outras proposições, diferente do que até então já fora visto na sua carreira. Diferente, pois é uma das maiores produções brasileiras, não só em sentido orçamentário, mas enquanto uma ambiciosa proposta artística: como reimaginar Quilombo dos Palmares em 1984? É um tema que está na própria escrita da nossa história, mas também presente de forma latente na cultura e na música; e ao mesmo tempo um grande evento resguardado no território do esquecimento, marginalizado no imaginário…

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  • JAMAIS, JAMENOS: A TERCEIRA MARGEM DO BRASIL

    out 9, 2025
    Crítica
    Ágatha Angélica Wiggers

    JAMAIS, JAMENOS: A TERCEIRA MARGEM DO BRASIL

    “Sabe, a vida de um ser humano entre outros seres humanos é impossível. O que vemos é apenas milagre.” Duas ou três coisas acerca da Terceira Margem do Rio. Guimarães Rosa lança em 1962 a obra “Primeiras Estórias”, livro que reúne vinte e um contos breves. Entre eles, A Terceira Margem do Rio. Adaptado ao cinema por Nelson Pereira dos Santos somente em 1994 – Trinta e dois anos depois. Esse decurso do tempo, essa abertura temporal, talvez seja uma das chaves para tornar o filme mais sensível. (…) “Por que o homem abandona a família e vai viver no…

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  • PELE NEGRA TELA BRANCA: COMPASSO DE ESPERA

    jun 6, 2025
    Crítica
    Ágatha Angélica Wiggers

    PELE NEGRA TELA BRANCA: COMPASSO DE ESPERA

    A espera do compasso é o tempo em que um músico aguarda sua deixa para entrar no ritmo da melodia. “Compasso de Espera” é escrito e dirigido por Antunes Filho, dramaturgo e diretor de teatro de relevância, branco. O filme narra a solidão de um poeta e publicitário negro de classe média: Jorge, interpretado por Zózimo Bulbul, que lida com diversos casos de racismo no ambiente de trabalho e na relação amorosa. Jorge conhece Cristina, interpretada por Renée de Vielmond, uma jovem branca e rica, e eles se apaixonam. Paralelamente, ele mantém um conturbado relacionamento com sua chefe na agência…

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