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Leticia Weber Jarek

Leticia Weber Jarek é doutoranda em Cinema e Audiovisual pelas universidades Sorbonne Nouvelle e Unicamp. Entre 2014 e 2018, atuou como programadora e mediadora do Cineclube do Coletivo Atalante, sediado na Cinemateca de Curitiba. Publicou artigos em catálogos da Cinemateca do MAM, no livro Cinemas de horror e nas revistas Hatari, O Mosaico e Critikat. Tradutora do blog Vestido sem costura e redatora da Revista Madonna.
  • https://www.instagram.com/l.weberjarek/

  • Prazeres roubados e de segunda mão (Tristeza do Jeca, Amácio Mazzaropi, 1961)

    out 24, 2025
    Crítica
    Leticia Weber Jarek

    Prazeres roubados e de segunda mão (Tristeza do Jeca, Amácio Mazzaropi, 1961)

    Antes de tudo, um rosto. Olhos lancinantes, às vezes enternecidos, que repousam sob bolsas delicadas de uma pele repuxada, vincada pelo tempo. Depois essa arcada dentária: grande demais para um rosto pequeno, caninos salientes e um céu da boca que se revela em largas risadas. Daí esses dentes que o transformam num personagem de desenho animado, quando o Mazzaropi dos cartazes de cinema, com a boca escancarada, encontra o Jeca Tatuzinho dos almanaques de saúde de Monteiro Lobato. O bigode retilíneo vem, então, marcar os lábios finos, o queixo discreto e suprir a distância que separa o Jeca dos faroestes…

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  • De um saco de terra, eles refazem o mundo: Vera de Figueiredo e O Samba da Criação do Mundo

    jul 11, 2025
    Crítica
    Leticia Weber Jarek

    De um saco de terra, eles refazem o mundo: Vera de Figueiredo e O Samba da Criação do Mundo

    Artista versátil e multimídia, Vera de Figueiredo está em casa ao filmar o samba-enredo da Beija-Flor no verão de 1978. Intitulado A Criação do Mundo na Tradição Nagô e inspirado na tese da antropóloga Juana Elbein dos Santos, o desfile premiado de Joãosinho Trinta permite à cineasta reforçar seus laços com as manifestações populares afro-brasileiras, que, desde seus primeiros anos como artista visual e superoitista, alimentaram a poética de suas criações. Se obras anteriores teceram um elogio bem tátil aos bastidores do carnaval, antessala de um precioso artesanato, agora, em O Samba da Criação do Mundo, Vera volta o olhar…

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  • Conhecer de vista: Quelé do Pajeú

    maio 30, 2025
    Crítica
    Leticia Weber Jarek

    Conhecer de vista: Quelé do Pajeú

    Tal como as cenas iniciais de Quelé do Pajeú, Anselmo Duarte está longe de desfrutar de um cômodo consenso crítico. Apesar de ter conquistado a única Palma de Ouro já atribuída a uma produção nacional, com O Pagador de Promessas (1962), ele permanece numa ingrata zona cinza da história da cinematografia brasileira. Chamá-lo de cinemanovista seria uma perversa distorção, assim como vinculá-lo a outros movimentos como o cinema marginal e as pornochanchadas — são tiros fora do alvo. Ao contrário, Duarte aparece mais como um cineasta limiar, nem tanto ao mar, nem tanto à terra: antigo galã da Atlântida e…

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Cineclube São Bernardo

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São Francisco, Curitiba – PR, 80510-040

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