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Leia mais: Ousar, sonhar e criar (Feminino Plural, Vera de Figueiredo, 1976)Feminino plural inicia do jeito mais real e cru possível no momento em que estampa já em seu título de quem está falando. No – e em – primeiro plano, fora de foco, mas repleto de fluido, sangue e dor apresenta o corpo de uma mulher que exerce ali o que talvez seja o mais determinante papel social atribuído a uma mulher quando ela segue “os caminhos que foram designados para você quando você nasceu mulher”: a capacidade reprodutiva e como a partir disso seu papel de mãe, esposa e trabalhadora será explorado, percurso “natural” este retratado no filme.
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Leia mais: Sonhos frágeis e palpáveis como papel: notas sobre Noites Paraguayas (Aloysio Raulino, 1982)Noites Paraguayas (Aloysio Raulino, 1982) se abre com vários personagens, mostra diversas cenas que oscilam entre o trabalho no campo, o cuidado entre familiares e a rotina de crianças na escola.